Segredos da Anitha

agosto 25, 2010

Moléstia

É na ponta da agulha
Que te vejo todas as manhãs
A passar pela seringa fina
A entrar através da pela já furada
E cansada de te receber
És o remédio e o veneno
Ao mesmo tempo
O cronômetro do dia a dia
O que põe em pé
Ou enlouquece
Me faz ferir
E me fere também
Nesse suplício eu suplico
A cura
posted by Anitha at 5:28:00 PM

7 Comments:

Excelente poesia, Anitha, parabéns!

Ah, e obrigado pelos comentários no meu simplório blog!

Big beijo!

26 de agosto de 2010 11:18  

Bem intenso!

Beijo!

26 de agosto de 2010 16:21  

O fogo que arde sem se ver eternamente.

Viva a eternidade, viva o amor seja ele bom ou ruim...

Bjos poetisa...

26 de agosto de 2010 16:28  

Gostei muito deste
mostra beem a relidade de todos os apixonados que não são compreendidos
beeijo

26 de agosto de 2010 18:32  

Ja tive um tempo que fiquei na faze " feminina " agora estou na "polita"...
estou bem obrigado ..espero o mesmo de vc..

26 de agosto de 2010 19:11  

O que mata também cura e o que cura pode matar várias vezes.

Gostei do teu canto e das palavras belas e cheias de vida que escreves aqui!

Obrigada pela visita!
Beijos!

26 de agosto de 2010 21:46  

Cura-se primeiro e assim ofereceras o verdadeiro bálsamo!

Bjs moça.

2 de setembro de 2010 12:03  

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