Segredos da Anitha
julho 31, 2009
Pseudônimo
Como faz pra se livrar de alguém
Que te faz bem
E te faz mal também?
És o bálsamo pra minha dor
E pros meus dias frios, és meu calor
Travessura, arrependimento e rancor
Por muito tempo contigo estive
Na maioria dormente
Ultimamente muito presente
Um jeito preciso dar
Pois as duas não há de ficar
Juntas no mesmo lugar!
Que te faz bem
E te faz mal também?
És o bálsamo pra minha dor
E pros meus dias frios, és meu calor
Travessura, arrependimento e rancor
Por muito tempo contigo estive
Na maioria dormente
Ultimamente muito presente
Um jeito preciso dar
Pois as duas não há de ficar
Juntas no mesmo lugar!
julho 27, 2009
in Off
Quero te sentir mais uma vez
Mesmo que seja pra morrer de solidão
Depois ou durante, tanto faz
Demonstrar meu amor por ti
E me perder na multidão
No anonimato
Gozar da liberdade de não ser ninguém
E me entregar
Ver o tempo voar
Admirar teu céu
Que no mundo não há outro igual
E não é belo
Mas é o que anseio
Me faça feliz que te farei também
Só não me cobre muito por isso
E me deixe viver com teu feitiço
Que engana, mas satisfaz
Então permita, uma vez mais
Eu estar em ti
E não machucar mais ninguém
(não deve fazer tanto mal assim...sonhar...)
Mesmo que seja pra morrer de solidão
Depois ou durante, tanto faz
Demonstrar meu amor por ti
E me perder na multidão
No anonimato
Gozar da liberdade de não ser ninguém
E me entregar
Ver o tempo voar
Admirar teu céu
Que no mundo não há outro igual
E não é belo
Mas é o que anseio
Me faça feliz que te farei também
Só não me cobre muito por isso
E me deixe viver com teu feitiço
Que engana, mas satisfaz
Então permita, uma vez mais
Eu estar em ti
E não machucar mais ninguém
(não deve fazer tanto mal assim...sonhar...)
julho 21, 2009
Meus olhos... meu espelho
enche
transborda
escorre
molha
seca e
coça
transborda
escorre
molha
seca e
coça
julho 14, 2009
Basta! [ainda]
Ah! essa insistência
no não querer as luzes acesas
nem que a música se acabe
noite sempre perfeita
diversão a todo custo
uma liberdade quase palpável
brincadeira pra não brincar
fogo que queima
e sempre me fere no final
um basta já foi dado
porém nunca respeitado
segue a vida na noite
sem limites
limitada pelo dia
o dia seguinte
das lágrimas na privada
da cura pela agulhada
passam-se os dias
curte-se o exagero das noites
até os limites do corpo
e o adoecer da alma
no não querer as luzes acesas
nem que a música se acabe
noite sempre perfeita
diversão a todo custo
uma liberdade quase palpável
brincadeira pra não brincar
fogo que queima
e sempre me fere no final
um basta já foi dado
porém nunca respeitado
segue a vida na noite
sem limites
limitada pelo dia
o dia seguinte
das lágrimas na privada
da cura pela agulhada
passam-se os dias
curte-se o exagero das noites
até os limites do corpo
e o adoecer da alma
julho 13, 2009
A Bola
Pinga a bola
que da parede retorna
às mãos de quem joga
Jogada pro alto
rebatem a bola
num salto
A bola que rola
pra fora
findando a vida de Carola
Coitada da Carola
ficou sem vida
ficou sem bola!
que da parede retorna
às mãos de quem joga
Jogada pro alto
rebatem a bola
num salto
A bola que rola
pra fora
findando a vida de Carola
Coitada da Carola
ficou sem vida
ficou sem bola!
julho 06, 2009
Basta?!
enfim cansei
cansei de brincar de roleta russa
de escutar o estalido do gatilho
o vazio do tambor
e o projétil que não era para mim
não há mais adrenalina
o risco já não excita como dantes
a segurança é mais reconfortante
quero ficar em terra firme
assoprar o pó que restou
despejar a garrafa de Gin
vestir o velho jeans
e mergulhar num livro qualquer
cansei das festas sem fim
do corpo pesado no dia seguinte
do rímel borrado
vai ver que tudo isso não é mais pra mim
quero sossego
a calmaria da rotina
quero ficar quietinha
estirada no meu sofá
e assim ficar
até a ressaca passar
e o próximo convite chegar!
cansei de brincar de roleta russa
de escutar o estalido do gatilho
o vazio do tambor
e o projétil que não era para mim
não há mais adrenalina
o risco já não excita como dantes
a segurança é mais reconfortante
quero ficar em terra firme
assoprar o pó que restou
despejar a garrafa de Gin
vestir o velho jeans
e mergulhar num livro qualquer
cansei das festas sem fim
do corpo pesado no dia seguinte
do rímel borrado
vai ver que tudo isso não é mais pra mim
quero sossego
a calmaria da rotina
quero ficar quietinha
estirada no meu sofá
e assim ficar
até a ressaca passar
e o próximo convite chegar!
julho 02, 2009
Rins Ruins
perco o rumo, a direção
as certezas que já eram mínimas
não tenho fome
não tem água
meus rins teimam em fisgar
logo a morte
paralização
infecção generalizada
e a carne agora cortada
autopsiada
49 kg a menos sobre a Terra
agora mais leve e menos nublada
respirem aliviadas
criaturas que não suportam
a verdade falada
e não chorem por mim
chorem por vocês
as certezas que já eram mínimas
não tenho fome
não tem água
meus rins teimam em fisgar
logo a morte
paralização
infecção generalizada
e a carne agora cortada
autopsiada
49 kg a menos sobre a Terra
agora mais leve e menos nublada
respirem aliviadas
criaturas que não suportam
a verdade falada
e não chorem por mim
chorem por vocês
